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Archive for the ‘Eventos’ Category

Inside of the  Quetzalpapálotl complex. Photo Ancient America (Tempo Ameríndio).

 

September 30, 2017 – February 11, 2018
De Young Museum, Golden Gate Park, San Francisco Exhibit

«Teotihuacan: City of Water, City of Fire» will explore how artworks from the ancient city shape our understanding of Teotihuacan as an urban environment. One of the earliest, largest, and most important cities in the ancient Americas, Teotihuacan is now a UNESCO World Heritage Site and the most visited archaeological site in Mexico. The exhibition, organized in collaboration with Mexico’s Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), will feature recent, never-before-seen archaeological discoveries and other major loans from Mexican and US cultural institutions. Monumental and ritual objects from Teotihuacan’s three pyramids will be shown alongside mural paintings, ceramics, and stone sculptures from the city’s apartment compounds. By bringing these pieces together, and encouraging visitors to understand the context of specific sites within the city, the exhibition will provide a rare opportunity for Bay Area audiences to experience a significant place in Mexico’s cultural landscape—the captivating and mysterious ancient city of Teotihuacan.

https://deyoung.famsf.org/exhibitions/teotihuacan-city-water-city-fire

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Encontram-se abertas as inscrições para o curso «Perspectivas Antropológicas Contemporâneas sobre os Índios no Brasil», que tem como tema principal o debate sobre o conhecimento e a vivência da terra sob perspectivas ameríndias. Serão abordadas questões como a revitalização das discussões sobre animismo na antropologia, o multinaturalismo, o papel da visão para o conhecimento, a posse da terra em sentidos múltiplos e o papel específico dos deslocamentos no espaço para uma compreensão integrada da cultura, da história e da política dos índios no Brasil. O curso integra também uma compreensão da forma como os índios no Brasil guiam, desviam e transformam a luta política pela defesa da terra, assim como abordará questões do conhecimento ameríndio pela visão e a filmagem e pela estética.

O curso é organizado pelo Instituto de Ciências Sociais com a colaboração do Museu Nacional de Etnologia de Lisboa e decorre entre 26 e junho e 12 de julho.

Programa detalhado neste link.

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Integrado em Utopias – Arquipélago Verde, o Teatro Municipal Maria Matos, em Lisboa, regressa ao tema da ecologia com um intenso programa de debates, seminários e projecção de filmes, aproximando-nos da experiência dos povos indígenas da América do Sul. Com a contribuição de Eduardo Viveiros de Castro, José Bengoa, Ailton Krenak, Luisa Elvira Belaunde e outros antropólogos, líderes indígenas, linguistas e historiadores oriundos do Brasil, Chile, Equador, Peru, Portugal e Venezuela.

Da edição dos textos no formato de um pequeno caderno, fazemos a transcrição, parcial, de Em busca de uma Terra sem tantos males! da autoria de Ailton Krenak: «Nossa Terra, como a conhecemos hoje, já foi destruída várias vezes, em algumas destas, sem a nossa ajuda. É o que dizem dezenas ou até centenas de narrativas, histórias sagradas de nossos ancestrais. Olhando bem de perto, notamos que alguma pequena ajuda sempre foi dada por alguns de nossos antepassados. Contrariando uma lei ou norma de conduta que dava segurança ao frágil equilíbrio de nossa instável relação com todos os seres da criação que fazem a teia da Vida neste planeta que chamamos Terra. (…) O Povo Krenak que teve o seu território devastado pela fúria dos colonos e desbravadores das florestas deste vale que foi nomeado de Rio Doce, e citado como o Vale do Aço, numa franca declaração de desprezo pela presença deste caudaloso rio, cheio de vida e abundância que poderia suprir toda a necessidade de alimento para seus ribeirinhos. Mas o aço – ou vil metal – encontrado nas suas entranhas brilhou mais do que suas águas cristalinas aos olhos dos seus novos habitantes. (…) Lembrando a citação que abre este texto, em que uma das narrativas de um povo indígena assolado pela ganância dos fazendeiros de soja e da cana no Mato Grosso do Sul lembra a todos nós, que esta terra que vivemos é mesmo imperfeita e por isso segue também o seu curso, em busca de sua Terra Sem Males ou Yvi Marãey. Viva todos os rios da Terra, todos os viventes!»

Ailton Krenak é Professor Honoris causa, Universidade Federal de Juiz de Fora e Grãn Cruz da Ordem de Mérito Cultural do Brasil 2015. Publicou O Lugar onde a Terra descansa (2000) na editora ECO-Rio e Encontros – Ailton Krenak (2015) na editora Azougue.

Dia 26 de Maio, 2017, em Questões Indígenas, Debate e Pensamento, pelas 18.30h, Aparecida Vilaça apresentará A humanidade e a animalidade no universo indígena amazónico. Enquanto dia 27, pelas 17.00h, Felipe Milanez, José Bengoa e Raul Llasag Fernandez promovem uma conferência sobre o tema: Resistência Política Ameríndia.  A entrada é livre, sujeita à lotação da sala principal, mediante levantamento do bilhete no próprio dia, a partir das 15.00h.

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cursoamerica

Destinatários: Estudantes, professores e outros profissionais que pretendam ampliar o leque de conhecimentos e da sua cultura visual sobre as sociedades que se desenvolveram na América do Sul no período pré-colombiano.

Candidaturas: de 22 de fevereiro a 22 de março de 2016

Duração: 9 de abril a 25 de junho de 2016. O curso será realizado aos sábados, entre as 10h00 e as 13h00, num total de 36 horas distribuídas ao longo de 12 aulas.

Local: Museu Nacional de Etnologia (Lisboa)

Preço: € 240,00

Avaliação: Tratando-se de um curso livre, que não proporciona qualquer crédito escolar, a sua frequência será atestada através de certificado de participação emitido pelo coordenador/formador. Informações | Inscrições: e-mail.

Objectivos e Metodologia: Tendo como objetivo geral conhecer a história e culturas visuais das sociedades indígenas da América do Sul no período précolombiano, após contextualização prévia sobre as grandes áreas culturais da América do Norte e Central, o Curso incidirá principalmente sobre as seguintes áreas culturais da América do Sul: os Andes, Setentrionais e Centrais, as Terras Baixas Tropicais e a Planície Platina, em que se incluem a região do Grande Chaco, as Pampas e os Andes Meridionais. A par do estudo das estruturas sociais, serão abordadas as concepções que fundamentam as diversas expressões estéticas da arte ameríndia que, independentemente da maior ou menor complexidade do tipo de sociedade que as originou, evidencia uma relação íntima com o respectivo contexto ecológico. Acompanhando permanentemente a exposição e enquadramento teóricos, será apresentada uma selecção de imagens ilustrativas da ampla diversidade das expressões estéticas que caracterizaram as culturas sul americanas ao longo dos 25.000 anos da sua história previamente ao seu contato com as sociedades europeias.

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Ocarina Tairona

Ocarina in the form of a seated lord. Colombia, Tairona, 1000-1550 CE. Ceramic.

January 31, 2015–April 10, 2016
Los Angeles County Museum of Art Exhibit
“Ancient Colombia: A Journey through the Cauca Valley”
Art of the Americas, Level 4

In spite of the popular legend of El Dorado, the conquest of Colombia never quite captured public imagination the way the conquest of Mexico or Peru did. The most valuable source of information, apart from the diverse archaeological remains, comes from Spaniards who looked beyond gold to see the marvels of the New World. Some wrote accounts, while others collected letters and reports by conquistadors for compilation into publications.
This exhibition follows the 16th century journey of Pedro Cieza de Léon, one of the most important chroniclers of the conquest, who landed on the north shore of what is now Colombia in 1533, through the Cauca River Valley. Throughout the exhibition, quotes from his descriptions are used to compare and contrast the views of 16th-century Spaniards with the insights of recent scholarship that pertain to the objects on view.

Colonial text sources convey the impression that 16th-century Colombia and its inhabitants made on the conquistadors, and in many cases the objects appear to illustrate the same world that the Spaniards described. However, recent study of the material culture and indigenous groups of Colombia reveals that the history of the people of Colombia is older and more diverse than is apparent in historical documents.
http://www.lacma.org/art/exhibition/ancient-colombia-journey-through-cauca-valley

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Incas

Dallas Museum of Art

May 15-November 15, 2015
“Inca: Conquests of the Andes / Los Incas y las conquistas de los Andes “

Inca: Conquests of the Andes explores the effects of the dynamic nature of state expansion and imperial conquest on Andean visual arts. The Inca Empire developed through the 15th and early 16th centuries, encompassing the central Andes of South America. Before and after the Inca Empire, political expansions by local states or foreign empires continually transformed the Andean coast and highlands. The visual arts of these periods reflect the dynamism of such cultural convergence.
The exhibition presents more than 120 works primarily drawn from the DMA’s collection, many of which are on view for the first time, along with significant loans. The Inca (Inka) and their imperial impact are framed by pre-Inca cultures, such as the Huari (Wari), and the successive early Spanish colonial period. The exhibition reflects the traditional media of Andean visual arts, from ceramic and wood to gold, silver, feather, and textile objects. They convey the richness and dynamism of over 1,000 years of Andean cultural history.

Chilton II Gallery
Dallas Museum of Art
1717 North Harwood
Dallas, Texas

https://www.dma.org/art/exhibitions/inca-conquests-andes-los-incas-y-las-conquistas-de-los-andes

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“Fangs, Feathers, and Fins: Sacred Creatures in Ancient American Art”

People have always been fascinated by animals. In the ancient Americas, wildlife such as jaguars and killer whales became symbols of divinity and rulership. Artworks made in the images of these creatures played significant roles in religion and society.
The inventive ways in which animals were depicted in art provide a window into the beliefs and practices of long-gone cultures that never developed written language and left few traces other than their art. The Museum’s significant Pre-Columbian collection comprises remarkable examples, which come together thematically for the first time in the exhibition Fangs, Feathers, and Fins: Sacred Creatures in Ancient American Art.
More than 200 objects, spanning nearly 5,000 years, explore the significance that different animals held, demonstrating how the peoples of the ancient Americas viewed themselves and the world around them. Among the works on view are evocative ceramic vessels and stone monuments made by the Maya and Olmec of ancient Mexico, a feather tunic from the Nasca people of Peru, and intricate gold ornaments from the Tairona culture of Colombia.

Houston Museum of Fine Arts
Beck Building, Lower Level
5601 Main Street
Houston, Texas

http://www.mfah.org/exhibitions/fangs-feathers-and-fins-sacred-creatures-ancient-a/

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